Parlamento israelense aprova execução de presos políticos palestinos
A taxa de condenação de palestinos nos tribunais militares da ocupação israelense é superior aos 99%. Esse é mais um exemplo do plano da Grande Israel em marcha, assim como os ataques aos países do Oriente. Os sionistas comemoram com champanhe o assassinato de pessoas inocentes, inclusive crianças. Quem são os presos palestinos? A pena […]
1 abr 2026, 13:31 Tempo de leitura: 1 minuto, 31 segundos
A taxa de condenação de palestinos nos tribunais militares da ocupação israelense é superior aos 99%. Esse é mais um exemplo do plano da Grande Israel em marcha, assim como os ataques aos países do Oriente. Os sionistas comemoram com champanhe o assassinato de pessoas inocentes, inclusive crianças.
Quem são os presos palestinos?
A pena de morte exclusiva para palestinos, por si só, já é uma expressão horrenda e racista do etnoestado israelense. 40% dos presos políticos libertos na primeira fase do cessar-fogo tinham menos de 18 anos. 14 anos é a maioridade penal para palestinos. Crianças estão nas masmorras de israel.
Os neofascistas odeiam a solidariedade internacional
Nos EUA, militantes foram presos após ocuparem universidades e denunciarem o genocídio. No Reino Unido, manifestações pró-Palestina foram consideradas ilegais. No Chile – país com a maior diáspora palestina fora do oriente -, Kast avança na proibição de manifestações que denunciam o genocídio em curso e persegue imigrantes.
Enquanto israel aprova pena de morte para palestinos, Tabata Amaral busca colocar uma mordaça em quem critica o estado genocida e sionista. Infelizmente esse não é um caso isolado das garras do sionismo. Parlamentares são sistematicamente perseguidas ao defenderem o povo palestino e não se calarem diante do maior massacre da nossa geração.
A luta antifascista internacional é a resposta!
A solidariedade entre os povos é uma ameaça real à extrema direita, que tem em israel sua expressão mais cruel. Nos próximos meses, novos barcos zarpam para Gaza. Iniciativas de mobilização popular contra os fascistas são fundamentais para derrotá-los, a exemplo da I Conferência Internacional Antifascista – ocorrida na semana passada em Porto Alegre.
O fascismo não se discute, se combate! Liberdade para os presos políticos! Palestina livre!