Em nossa sociedade, não é incomum a naturalização de comportamentos violentos, sobretudo, quando a vítima é mulher. De acordo com os dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, tal descaso traz consequências gravíssimas: uma mulher é morta a cada 90 minutos apenas pelo fato de ser mulher e a cada hora, 500 mulheres são agredidas.

A escola como espaço de formação e socialização, deve ter como princípio, a reflexão responsável dessa questão, promovendo entre os alunos o contato entre diferentes vivências, discussões em sala de aula e trabalhando a defesa dos direitos humanos das mulheres.

Nessa perspectiva estou apresentando um projeto de lei que, em sintonia com a Lei Maria da Penha, torna obrigatório o ensino de noções sobre essa lei nas escolas da rede municipal, de maneira transversal ou em projetos diversos em todas as fases do ensino escolar em adequação com os conteúdos programáticos e currículos de cada idade

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