Agora que o ex-governador não tem mais foro privilegiado deveria ser investigado pela justiça comum. A mudança de instância do julgamento é claramente um tratamento diferenciado de outros políticos. Vale lembrar que ele foi acusado na delação de executivos da Odebrecht de receber irregularmente dinheiro nas campanhas de 2010 e 2014. Ora, o caixa dois nada mais é fruto de propina e de vantagens indevidas concedidas à empresa em obras superfaturadas. Na prática, o STJ está poupando Alckmin e abrindo caminho para a operação “estanca sangria”, desejo de muitos corruptos do colarinho branco. Não pode haver dois pesos e duas medidas nos casos de corrupção!

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