O Caism e a Maternidade de Campinas viraram notícia nos últimos dias devido à superlotação das UTIs neonatais. Porém, o problema é muito maior. A nossa região tem sofrido com a falta de vagas das UTIs e UCI neonatais e pediátricas. Uma reportagem do G1 de abril deste ano destacou que entre 2012 e 2017 foram fechados 80 leitos pediátricos (SUS) na nossa região

O investimento público em saúde no Brasil deixou de ser prioridade há algum tempo e, com isso, passamos a sofrer cada vez mais o impacto dessa política que trabalha para favorecer grandes convênios sucateando o SUS. Enquanto houver falta de prioridade de investimento no SUS, haverá crescimento no desatendimento à população.

Por isso, cobraremos as Secretarias de Saúde do Estado e do Município por maiores investimentos na saúde pública da região. É inadmissível que a população tenha que pagar pelo descaso dos governos.