Segundo o Conselho Regional de Medicina do Estado de S. Paulo (CREMESP), a falta de leitos pediátricos e neonatais já havia sido anunciada há muito tempo.

De acordo com a pesquisa realizada pelo conselho, em 2013, tanto a UTI quanto a UCI neonatais do CAISM/Unicamp já funcionavam acima da capacidade operacional. Para o SINDIMED/Campinas, tal fato “decorre principalmente da constante desassistência do governo federal ao sistema e pelo grave sucateamento da administração municipal aos profissionais”. Mesmo assim, as autoridades governamentais continuam cortando verbas da saúde e precarizando o SUS.

Não podemos admitir que, ao invés de efetivamente cooperarem cada uma das esferas de governo seja municipal, estadual ou federal, apenas joguem a responsabilidade para a outra. Queremos mais dinheiro para a saúde e queremos participar dos debates e da gestão para garantir o pleno funcionamento do SUS – Saúde não se vende!

Veja reportagem do Correio.