O Sistema Cantareira, que abastece a grande São Paulo e a região de Campinas, entrou no mês de junho com nível abaixo daquele que precedeu a grave crise de 2014 e 2015. No início de junho, o Cantareira operava com 45,5% da sua capacidade. Apesar do discurso oficial do governo do Estado sobre a suposta superação da crise, fato é que o governo não aprendeu as lições desse período e perdeu a oportunidade de reavaliar a gestão das água. O trabalho do pesquisador da Unicamp, Bruno Puga, revela essas questões: o modelo de expansão da oferta, de grandes obras, de transposições e do não cuidados dos mananciais, impõe uma espécie de “crise permanente” em SP. Interessantíssimo!

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