TARCÍSIO TIRE AS MÃOS DOS NOSSOS RIOS

Insatisfeito com a privatização da SABESP que piorou a qualidade da água disponível, aumentou a tarifa e secou a torneira do povo paulista, agora Tarcísio quer vender os nossos rios!

Tarcísio trata a emergência climática e os eventos climáticos extremos como oportunidades de negócios em prejuízo da população paulista e utiliza falsas soluções que podem agravar a escassez d’água, que está orientada para atender ao lucro de especuladores e investidores do mercado financeiro.

A privatização da barragem de Pedreira e de Duas Pontes é mais um passo para a entrega dos nossos recursos naturais para a iniciativa privada.

O governador ainda pretende viabilizar a construção, operação e manutenção das barragens Corumbatai e Pirai e a construção, operação e manutenção dos 110 piscinões planejados no Plano Estadual de Recursos Hídricos – PERH, nos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo – RMSP.

Isto é uma clara opção por projetos de grandes obras que não resolvem, e, em grande medida, agravam o problema, a solução para a crise hídrica deve passar pela preservação dos nossos rios, mananciais e matas, respeitando a natureza.

Este projeto colocará grande parte da água bruta dos nossos rios e mananciais sob gestão e controle do mercado privado e a serviço do lucro.

Ou seja, quando faltar água, quem vai definir quem terá acesso e quanto irá custar esta água serão os investidores do mercado financeiro.

Importante lembrar que a baixa disponibilidade de água bruta nos leitos dos rios tem diversos motivos que vão desde a estiagem até a poluição pelo despejo de esgoto doméstico e industrial ou contaminação por agrotóxicos que torna a água imprópria para tratamento.

A indisponibilidade d’água no leito dos rios decorrente de épocas de estiagem deve ser agravada em razão da construção destes reservatórios, isto considerando que estes reservatórios devem interferir no volume de água disponível para captação dos municípios que estão situados à jusante (rio abaixo) destas barragens, além disto a construção das barragens pressupõe a destruição da mata ciliar e de todo ecossistema do entorno, o que compromete a recarda hídrica do manancial e a preservação da fauna e da flora.

Não bastasse isto, há claro risco de acidentes, como ocorreu no caso da empresa privatizada VALE.

Ou seja, a tendência é que a tarifa de água fique cada vez mais cara e os investidores cada vez mais ricos, para completar, estas obras não garantem o fluxo de água nos rios, que vem sendo naturalmente reduzido em razão do desmatamento de matas ciliares, expansão imobiliária desordenada, canalização de rios e córregos entre outros tantos fatores.

ÁGUA É UM DIREITO! TARCÍSIO, TIRE AS MÃOS DOS NOSSOS RIOS! O COLAPSO CLIMÁTICO NÃO É NEGÓCIO!

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