Mais um episódio do caso de corrupção envolvendo a Organização Social Vitale e a Prefeitura Jonas Donizette evidencia os males da privatização e da terceirização dos serviços.

Esses trabalhadores terceirizados, novamente (o mesmo ocorreu com a contratação da SPDM para a gestão do Hospital Ouro Verde) tiveram vários direitos violados, receberam salários menores, extrapolaram em horas extras, foram vítimas de assédios e relações desumanizadas de trabalho e, agora, precisam brigar pelo óbvio, pelo direito de receber verbas trabalhistas.

O que isso tem haver com a população de Campinas? Tudo. O orçamento público municipal foi gasto com uma contratação que no todo não atendia as necessidades da população, pagou pelos serviços que não recebeu, pagou os desvios de verbas públicas e pagará novamente pela rescisão do contrato com a Vitale que deixa trabalhadores sem o mínimo ,que é o pagamento das verbas rescisórias.

Veja reportagem do G1.

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