Solidariedade a todas as famílias de vítimas do regime militar.

Amelinha foi barbaramente torturada durante a ditadura civil-militar dos anos 60. Coerente, ela se manteve na luta e de forma muito corajosa tem denunciado desde os anos 70 os crimes cometidos pelos agentes do Estado. Agora, em 2018, Amelinha e sua família tem sido perseguidas nas redes sociais, recebendo ameaças e ofensas.

O Brasil não passou a limpo a história de um regime autoritário, violento e corrupto. Um dos motivos para isso é a perseguição implacável contra todos que ensaiam fazer esse acerto de contas. Os torturadores e seus cúmplices continuam no poder e mostram os dentes toda vez que a farsa cínica do silêncio é ameaçada. A história cobra seu preço e novamente o autoritarismo ganha espaço.

Não admitiremos o fascismo. Ditadura nunca mais!