“O orçamento da saúde no Brasil é de R$ 130 bilhões, o da educação é de R$ 110 bilhões. Então os cinco maiores bancos cobram, só de tarifa, mais que esses dois orçamentos, quase que o tamanho do déficit brasileiro. Se hoje em dia as pessoas soubessem como funcionam as coisas, os pobres e a classe média fariam uma revolução”.

Surpreenda-se com o autor desta frase lendo a matéria toda no link: https://theintercept.com/2018/08/23/levante-pelo-sus/

Sabe aquela falácia de que há um grande investimento público nas áreas sociais que quebram os cofres públicos? Verifique por você mesmo os dados. Segundo dados de 2017 divulgados pela Organização Mundial de Saúde, a OMS, os gastos públicos do Brasil com saúde estão entre os mais baixos do mundo, atrás da média de gastos dos países das Américas, da África e da Europa.

Além disto, desonerações e subsídios concedidos pelo governo federal a grandes empresas, embutidos em operações de crédito e financeiras, alcançaram a cifra de quase R$ 1 trilhão, entre 2003 e 2016, segundo dados do próprio Ministério da Fazenda.

Não tem dinheiro pra saúde e educação? Precisamos conhecer de perto a realidade e cobrar dos agentes públicos responsabilização pelo acesso integral de toda a população aos direitos sociais. Saúde não é mercadoria!