” Há muita semelhança nos dois episódios. Uma das principais é a articulação para que empresas ligadas a políticos e empresários assumam parte dos serviços públicos. Com isso, o dinheiro que deveria ir integralmente para obras ou ações da Prefeitura acaba nos bolsos de um seleto grupo. Tudo isso num jogo de cartas marcadas para direcionar contratos e superfaturar preços.”

Não é novidade, a política de privatizações e terceirizações dos serviços públicos têm servido às negociatas promíscuas entre agentes públicos e setor privado.
Atrás de discurso de ineficiência do setor público se escondem as farras com dinheiro público. É necessário desconfiar das falsas soluções fáceis, verificar o gasto do recurso público de perto, acompanhar a posição de cada agente público. Privatização, terceirização, concessão de serviços públicos não são solução, mas sim, portas abertas à corrupção. E com isso, ficamos desassistidos e pagamos várias vezes a mesma conta.

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