A militância do PSOL Campinas convida todas e todos a virem construir também este dia de mobilização.

Motivos para irmos às ruas não nos faltam, Campinas vive uma grave crise na saúde, corrupção e desassistência, fruto de um processo de terceirização e conversão dos direitos do povo em grandes negócios. Temos o dono do principal jornal da cidade, um secretário de governo e diversos outros empresários e membros do Poder Público presos.
O andamentos da Comissão Processante que investigará o envolvimento do prefeito Jonas Donizette em todos estes escândalos dependerá de mobilização e pressão popular, foram desviados mais de 7 milhoes da saúde de Campinas e Jonas é sim responsável.

Além disso, marcamos o dia 10/12, dia internacional dos direitos humanos, especialmente este ano em que a Declaração Universal dos Direito Humanos completa 70 anos.
Este é um marco importante, um conjunto mínimo de direitos, reconhecidos internacionalmente, como necessários para uma vida digna, retomar esta data é mais necessário ainda quando acompanhamos com muita tristeza a difusão de discursos de ódio, o esquecimento da nossa história, a banalização da violência ou a adoção desta como método para qualquer embate de ideias.
Sabemos que as principais vítimas deste processo são aqueles e aquelas que sempre estiveram à margem da sociedade, são as mulheres, negras e negros, comunidade LGBT, populações tradicionais e sofrem ainda mais com o agravamento deste cenário.

Este ano temos mais uma tragédia da nossa história a ser lembrada, o Ato Institucional Número 5 (AI-5), marco do início do período mais sombrio e violento da Ditadura Militar, que completa 50 anos, foi a partir deste ato que os mandatos opositores ao regime foram cassados e a tortura foi institucionalizada como método do regime, período que explodiram os números de mortos, torturados e desaparecidos pela Ditadura.

Nos dias de hoje, figuras de grande expressão nacional, inclusive o presidente eleito fazem apologia a este período e aos seus métodos, por isso vamos para as ruas debater com as pessoas a necessidade de construirmos uma democracia real, que de fato inclua a grande maioria do nosso povo que sempre viveu às margens e sem acesso aos seus direitos básicos.

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