O novo presidente tem anunciado planos de diluição de alguns ministérios. O último foi o Ministério do Trabalho. Em primeiro lugar, a escolha de quais seriam incorporados em outros não é aleatória – Trabalho, Cultura, Esporte, Meio Ambiente (disse que ia depois voltou atrás, duas vezes), Planejamento, Industria e Comércio Exterior) – diz muito sobre o que é considerado essencial no governo ou não. É preocupante o descaso do futuro presidente com o trabalho, por exemplo, ainda mais em um contexto de grave crise de desemprego. Em segundo lugar, a defesa oficial dessas medidas se apoia pretensamente no “enxugamento” da máquina, mas a diluição de ministérios não é imediatamente igual a economia ou redução de custos. O artigo abaixo do Professor Marcelo Marchesini, professor de gestão pública do Isper, questiona essa máxima cujo impacto é muito mais propagandístico do que prático.

Veja reportagem no Nexo.