Ja anunciada por Bolsonaro como futura ministra da Agricultura, Teresa Cristina, foi citada na lista da JBS, esteve à frente da “lei do veneno” e defende como prioridade a flexibilização do licenciamento ambiental. Em várias ocasiões ela criticou a penalização por multas de descumprimento da lei ambiental. O que se desenha é o atrelamento da política ambiental ao interesses do setor agropecuário e um verdadeiro desastre.

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