Se a sociedade compartilhasse a responsabilidade do cuidado das crianças ofertando creche em período integral, educação de qualidade, espaços de lazer e cultura, saúde pública de qualidade; se ensinasse os homens a dividir a responsabilidade do cuidado, a maternidade não seria um fardo solitário. Imagino que ser mãe pode ser um incentivo ainda maior para as mulheres estudarem, trabalharem, atuarem politicamente, exercerem sua autonomia. Não existe um modelo único de mulher e de mãe!

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