Por Mariana Conti

Um governante defende em um dia que o porte de armas garantiria segurança ao cidadão. No dia seguinte o mesmo político faz um pronunciamento dizendo que ” quem estiver armado, vai levar tiro”.


Bolsonaro faz isso porque precisa promover uma política de morte para faturar politicamente sobre os corpos. A violência e fanatismo do presidente tem aumentado na mesma medida que seu isolamento.

As notícias sobre o evento do novo partido bolsonarista no dia de ontem dão uma ideia alarmante da gravidade da situação. No evento de fundação do novo partido presidencial chamou a atenção a inacreditável presença de uma placa com os dizeres ” Aliança Pelo Brasil”. Tudo escrito com projéteis de armas de fogo. Poderia ser só cafonice e infantilidade, mas é culto à morte.

O prefeito Jonas Donizette, que faz questão de participar de todos os disparates federais, fez a sua parte no Show de adoradores de armas, e anunciou orgulhoso a confirmação de que, junto com Bolsonaro, irá militarizar uma de nossas escolas. Isso ao mesmo tempo que os ministros Damares e Weintraub anunciam novas medidas para perseguir professores e o pensamento crítico nas escolas.

Seguimos na luta contra o autoritarismo e culto à violência. É preciso que intensifiquemos a resistência contra a militarização das escolas, a perseguição aos professores, e essa ideologia nefasta que já teve lugar no Brasil em um dos períodos mais sombrios de nossa história: a ditadura militar. #DitaduraNuncaMais #Democracia #GestãoDemocrática #EscolaSemCensura