Diante da atual crise planetária, o cuidado com a Terra é essencial para a existência de todas as espécies de vida. O capitalismo concentrador e exploratório, em nome do lucro e da produção, degradou inúmeros ecossistemas, contaminou rios, provocou catástrofes como o rompimento da barragem em Minas Gerais, gerenciada pela Samarco, que condenou grande parte da fauna e flora daquela região.

Lutamos pela proteção da biodiversidade. Em Campinas travamos muitas lutas relacionadas às Áreas de Proteção Ambiental, como nas APAs das regiões de Sousas e Joaquim Egídio. Como no caso da tentativa de adequar à Lei 10.850/01 para a construção da barragem de Pedreira. A proteção dessas áreas garantem a preservação das reservas hídricas.
Outra luta incessante é pela preservação da Mata Santa Genebra, com 251 hectares e localizada em Barão Geraldo, ela é uma parte remanescente de Mata Atlântica. Segunda maior floresta urbana do Brasil, atrás apenas da Floresta da Tijuca. Uma das artimanhas do governo era transformar a área em local para potencial empreendimento, tornando-a refém da especulação do Capital.

De acordo, com a SOS Mata Atlântica e o Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE) foram desmatados 3 hectares de Mata Atlântica em Campinas entre 2000 e 2014.

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