A falta de água é um problema para a população do Estado de São Paulo. Na verdade, a crise hídrica, que teve o seu auge em 2014 e 2015, não foi solucionada. Muito pelo contrário, durante esse período, o governo Alckmin, em parceria com os governos municipais, continuou o modelo de gestão hídrica que causou a crise e de forma oportunista a utiliza para justificar, perante a opinião pública, políticas que aprofundam o problema. Em especial, a construção de grandes reservatórios: grandes obras custosas para os cofres públicos, que inundam grandes regiões de matas nativas, destroem biomas, nascentes e quebram o ciclo de evapotranspiração. Ao mesmo tempo, medidas necessárias para preservar as nossas águas têm sido negligenciadas pelo desgoverno Alckmin. Como por exemplo, o desassoreamento dos reservatórios já existentes, a manutenção dos encanamentos para evitar desperdício da água tratada, o investimento em saneamento básico e a recuperação de matas e nascentes. Na região de Campinas, Alckmin e Jonas promovem verdadeiros crimes ambientais. A construção das barragens de Pedreira e Amparo, como a do Rio Atibaia, não estão considerando nem as famílias que vivem naquela região e para viabilizá-las os governos aprovaram a desproteção das matas nativas na Áreas de Proteção Ambiental de Campinas, nas regiões de Sousas e Joaquim Egídio.

Participarão desse importante debate, a vereadora e pré-candidata Mariana Conti, e do escritor e historiador e pré-candidato a deputado federal Célio Turino. Queremos Mais Soluções e Menos Barragens.