Ontem à tarde, o CAISM da Unicamp reduziu a taxa de ocupação dos seus leitos neonatais, transferindo uma parte dos bebês internados para o Hospital e Maternidade de Campinas e para o Hospital Estadual de Sumaré.

Nos últimos dias, o HC da Unicamp também manteve suspensas as internações em UTIs pediátricas, sendo normalizadas somente ontem à tarde. Ainda que as administrações do CAISM e do HC da Unicamp sejam de competência estadual, o corte de verbas para a saúde pública e a precarização do SUS afeta indistintamente os equipamentos de saúde, seja na esfera federal, estadual ou municipal.

A lógica da precarização dos serviços de saúde serve ao projeto de transformação de nossos direitos em moedas de troca, em negociatas que prova a população de seus direitos, mas os resultados da privatização, da terceirização e do desmonte dos serviços públicos já mostrou a que veio: não atendimento das nossas necessidades e desvio de verba pública pelo ralo das negociatas e da corrupção. Saúde não é mercadoria!

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